domingo, 23 de outubro de 2011

O Grande Tambor na SEDA Porto Alegre



Começa na terça feira, 25 de outubro, a primeira SEDA - Semana do Audiovisual Fora do Eixo, realizado em mais de 40 cidades no Brasil pelos coletivos que compõe a Circuito Fora do Eixo.
O documentário do Coletivo Catarse foi selecionado e vai ser exibido na sexta feira, dia 28 de outubro as 20 horas na Casa de Cultura Mário Quintana, na sala Norberto Lubisco.
A Entrada é gratuita. Assista o teaser a participe!


Programação completa:
28 de outubro
#EXIBIÇÃO – LONGA
Hora: 20h
Local: Sala Norberto Lubisco (IECine)/ Casa de Cultura Mario Quintana. Rua dos Andradas, 736 – Centro
Nomes do Filme: O Grande Tambor (Coletivo Catarse)


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Grande Tambor selecionado no Festival de Cinema de Cabo Frio- RJ


V Festival Curta Cabo Frio 2011


Curta Cabo Frio - Festival de Audiovisual da Costa do Sol é um encontro de exibição, debate e discussão da produção do audiovisual nacional. O festival preza pela busca de novas linguagens, propostas e formas.

Mediante a exibição de filmes em diferentes bitolas e formatos, o festival é caracterizado pela acessibilidade dos diferentes públicos, graças a iniciativas como exibições públicas, oficinas, palestras, mostras em escolas, bairros e universidades, além de reunir diversas gerações de profissionais e entusiastas atuantes no mercado nacional de audiovisual.

O Documentário do Coletivo Catarse foi selecionado na mostra competitiva de longa digital e concorre com outros seis filmes. O Grande Tambor disputa nas categorias de melhor direção e melhor longa metragem. A exibição ocorrerá no dia 09 de setembro e a cerimônia de premiação no dia 10. Vamos torcer!


Competitiva Longa Digital

- Chantal Akerman, de cá
(Documentário – 2010, Rio de Janeiro, 62:04 min. – Direção: Gustavo Beck, Leonardo Luiz Ferreira e Leonardo Mecchi)

- Copa Vidigal
(Documentário – Rio de Janeiro, 75 min. – Direção: Luciano Vidigal)

- DOC de Amor
(Documentário –2011, Pernambuco, 70:30 min. – Direção: Jucélio Matos)

- Mr. Niterói – A Lírica Bereta
(Documentário –2011, Rio de Janeiro, 89 min. – Direção: Ton Gadioli)

- Noel Rosa Poeta da Vila e do Povo
(Documentário –2011, Rio de Janeiro, 123 min. – Direção: Dacio Malta)

- O Grande Tambor
(Documentário – 2010, Rio Grande do Sul, Coletivo Catarse, 120 min. – Direção: Sergio Valentim e Gustavo Turck)

- Reciclando Sonhos
(Documentário –2010, Rio de Janeiro, 65 min. – Direção: Marcelo Ernandez, Maria Ines Fernandez, Sebastian Carenzo, Santiago Sorroche e Nicolas Diana)



sábado, 13 de agosto de 2011

Exibição do filme O Grande Tambor na inauguração do Espaço Kumbuka Cultural

Será realizada no dia 13 de agosto as 16 horas uma exibição do documentário O Grande Tambor, produzido pelo Coletivo Catarse através do Projeto Tambor de Sopapo. Está exibição marca a inauguração do espaço Kumbuka Cultural em Esteio-RS. O espaço é um dos projetos do Coletivo Tomada e também é a sede do coletivo que conta com cursos e atividades culturais para estimular a produção artística independente local.
Depois da exibição haverá um debate com os Mestres Griôs Paraquedas e Paulo Romeu que ainda apresentarão a música O Grande Tambor, que compõe a trilha sonora do filme.




quarta-feira, 20 de julho de 2011

Gravação com Sopapo: processo e descobertas

Descobrimos que a melhor microfonação para a capatação de sopapo é com 3 microfones, posicionados um mirando a pele, outro na boca (saída de ar) e mais um de ambiência posicionado a mais ou menos 1 metro de distância.
Nem sempre se tem, mas o ideal é que os dois microfones - que não o de ambiência - sejam específicos para graves, como por exemplo o excelente microfone recém adquirido pela banda: um Akg 112. Outro exemplo bem sucedido é o Shure beta 52, mas acreditamos que pode-se chegar ao resultado com qualquer microfone que seja específico para captar frequências baixas, como bumbo de bateria.

No dia da gravação desta canção, Malandro Otário, um samba que faz parte do novo disco A Teimosia da Felicidade, não tínhamos dois microfones para graves, então substituímos o da pele (de cima) por um Shure SM 57, que acaba por ressaltar mais os médios agudos e nem tanto os graves. Quando se precisa de ataque e frequências mais altas, o ideal é colocar um SM 57 mais ao lado, mirando as bordas, além do microfone para graves no centro da pele.
No caso, escolhemos usar o microfone específico para graves na parte de baixo, pois o objetivo era captar um grave como de um surdo, com som durador e pouco ataque. Essa característica se escuta no sopapo na parte da boca (em baixo).
Está em aberto se uma captação ainda mais detalhada não poderia contar com mais 2, 3 ou até 4 microfones, visto que este tambor tem um grave imponente curiosamente difícil de captar e além disso tem harmônicos e um lindo som de slap (tapa). Pode-se usar, por exemplo, mais um mic para graves (no total de 3 para este fim) não dinâmico e sim condensador para captar um grave distante, onde a sala estiver proporcionando essa frequência com mais clareza. Na parte da pele, um mic para frequências baixas ao centro e outro para altas ao lado, o clássico para graves na parte de baixo e, quem sabe, mais dois condensadores próximos posicionados para captar um L e R. Pode-se ainda explorar o som da sala (de preferência uma sala grande) onde se coloque mais um par de condensadores L e R, visto que o Sopapo - dizem os mestres - "é pra ser ouvido de longe!".

Fonte: www.bataclafc.com.br